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domingo, dezembro 25

Charge de Natal: o risco Trump

O menino ganhou o seu presente... mas e nós?
A nação mais rica do mundo fez uma escolha democrática. Gostemos dela ou não, o fato é que Donald Trump será o Presidente dos Estados Unidos até Janeiro de 2021. Claro e evidente que existe um medo por trás da presidência dele, porque ninguém sabe exatamente como ele irá se portar em assuntos que pedem - primeiramente - serenidade, algo que ele NÃO tem.

Não escondi em momento algum minha preferência por Hilary Clinton, não exatamente porque ela fosse uma super candidata, longe disso aliás, mas porque acho que o comando de uma nação deve ficar com alguém que ao menos saiba o que falar ( lembram-se de dois ex-presidentes do Brasil? ). Os riscos que o mundo corre com Trump na Casa Branca são imensos e não podemos fazer de conta que - do nada - ele mudará seu estilo só porque sentará no posto mais importante do planeta.

Não nutro grandes esperanças. Mas até mesmo por isso, tudo de bom que ele fizer me deixará alegre. Aguardemos...

quinta-feira, novembro 10

E não é que Trump venceu?

Bem assim mesmo ficaram os dois com o resultado...
Contrariando pesquisas, opiniões, analistas e o bom senso o presidente eleito nos EUA foi Donald Trump, derrotando a ex-Primeira Dama Hillary Clinton no Colégio Eleitoral ( 306 x 232 ), mas perdeu por menos de 300 mil votos. Ele será o 45º Presidente dos EUA, em substituição ao primeiro negro a ocupar o cargo, Barack Obama.

O resultado deixou o mundo perplexo e muito preocupado, mas é facilmente explicável: Trump pregou para os seus durante toda a campanha, buscando com que o eleitorado conservador fosse votar em massa. E foi o que aconteceu. Hillary ficou combatendo Trump e não conseguiu cativar o seu eleitorado a ir votar. Nada pode ser mais lógico.

E que eleitor é esse que Trump cativou? O eleitor branco, com baixa escolaridade e que perdeu seu emprego com a Globalização. Esse eleitor é conservador convicto mas não foi votar nas últimas eleições porque os candidatos Republicanos deixaram de falar o que eles queriam ouvir. E Trump veio com música para os ouvidos deles. A taxa de comparecimento deste eleitor foi a mais alta desde 1980, quando Ronald Reagan foi eleito pela primeira vez.

Agora com Trump eleito ele terá que adequar a sua fala, desastrada em termos políticos e administrativos, com o Governo. Obviamente ele não fará nem a metade do que disse na campanha, mas ao mudar ele irá perder o eleitorado que o elegeu. Ele não vai trazer os empregos de volta ( pois o desemprego está em baixa ), nem vai construir um muro ou vai isolar totalmente os EUA do mundo. Mas isso vai cobrar um preço a ele, mas agora que está eleito ele nem deve estar preocupado.

Deixo para terminar o mapa de como ficou a votação por Estados: