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quinta-feira, maio 25

O que aconteceu em Brasília tem nome: Terrorismo. E solução também: Cadeia.






Cenas de guerra, que beiram o surrealismo ocorreram ontem em Brasília. Cenas lamentáveis e que correram o mundo, ganhando as primeiras páginas dos principais jornais do mundo. O que era para ser um protesto democrático contra o Governo - do péssimo - Michel Temer transformou-se em atos de terrorismo, que causaram depredação de patrimônio público e privado e caos na capital federal.

Antes de prosseguir uma informação: os que terroristas que protagonizaram isso são os mesmos que defendem o que Nicolás Maduro faz em Caracas, ou seja, usar a força para reprimir manifestações. É prudente deixar isso bem claro, mas muito claro para todos o que pensam essas "pessoas"...

Em uma Democracia atos assim não são tolerados e obviamente o Estado interfere. E quando falo estado não falo do Governo, porque estes são transitórios e temporários. Falo da organização, que envolve todas as estruturas que no fim compõem o Governo. Dentre elas, é claro, a Polícia e as Forças Armadas. Quando os cidadãos extrapolam os limites, o poder repressivo do Estado ( não do Governo em si ) entra em ação. E existem limites claros para a utilização deste poder contra manifestantes. Cabe aos organizadores dos protestos, definir o que será feito ou não...

Durante o "Fora Dilma", os que queriam sua saída JAMAIS promoveram quebra-quebra, em lugar algum, e foram vários e vários protestos. Já quando os vermelhos saem às ruas, invariavelmente alguém vai ter prejuízo: seja o Estado ou o Particular. Essas pessoas não tem limites e, acreditem, querem mesmo é sangue. Se nas suas manifestações não tiver alguém ferido é como um sorvete sem açúcar. Eles querem é que tenham balas, cassetetes, bombas e etc, tudo para posarem de "vítimas", de "coitadinhos". Não por outro motivo, eles odeiam a Polícia e defendem que a mesma seja extinta. Assim poderiam quebrar tudo sem serem importunados.

O Presidente Temer usou pedido do Presidente da Câmara, Rodrigo Maia, para colocar as Forças Armadas nas ruas. Está certo nisso, mesmo que Maia tenha pedido a Força Nacional e não as Forças Armadas. O Ministro da Defesa, Raul Jungmann, disse que a decisão de usar o efetivo de 1,5 mil homens deveu-se ao fato de que, no total, em Brasília o contingente da Força Nacional é de menos de 150 homens, o que claro é insuficiente para conter os atos terroristas da esquerda.

Logo tomada a decisão loucos começaram a postar que estava de volta o AI-5, de que voltávamos ao Golpe de 64 e etc. Tudo balela, as garantias individuais estão em vigor e quem quiser manifestar-se poderá fazê-lo normalmente. Quem quiser gritar "Fora Temer" pode fazer quantas vezes desejar, mas sem quebrar nada e nem colocar a vida das pessoas em risco. Mas isso, é claro, não é o que querem os esquerdistas.

O título do post, como é de meu feitio, vai direto ao ponto, tanto para denominar o que acontece quanto para apontar a solução. E quando falo em cadeia, me refiro também - e principalmente - aos organizadores, dentre eles até mesmo Senadores.  Duvidam? Vejam esta foto postada pelo site O Antagonista:


Por fim deixo uma prova da "moral" dessa gente, com este post de Guilherme Boulos no Twitter:

É ou não é algo estupefaciente?

domingo, janeiro 31

Deputado petista usa FHC e Aécio para justificar o imbróglio do Triplex de Lula

Este merece, desde já, a indicação a concorrer ao premio canalhice do ano
O Advogado de defesa, diante da realidade de que seu cliente será condenado ao tempo máximo, recorre aos crimes cometidos pelo pai e avo do acusado, na esperança de que os jurados possam ter pena e usem a vida de larápios dos seus antecessores na hora em que forem decidir o futuro do seu infortunado cliente. Claro e evidente que, para o Direito, isso jamais servirá de nada, exceto o pai e o avo do criminoso o tenham obrigado a praticar crimes. Mas no exemplo acima os dois já teria até morrido. E o Advogado que usasse tal linha de defesa seria expulso da OAB com toda a certeza. E mesmo que expulso não fosse, com certeza morreria de fome.

Esta iniciação é necessária para que o amigo leitor ( e tenho até fieis leitores petistas ) para que possa entender o quão absurdo é o que fez o Deputado Paulo Pimenta ( PT-MG ): para defender Lula do imbróglio com o Triplex ele saiu-se com uma analogia com o apartamento de FHC em Paris e o Aeroporto de Cláudio que foi construído na gestao de Aécio Neves. Em suma: ele diz que Lula errou feio, mas como FHC e Aécio erraram também, o ex-presidente nada deve a ninguém. Ou por outra: como todos seriam ladroes, Lula ainda seria melhor, porque teria feito algo pelo povo.

É muita canalhice, sem dúvida. Mas que somente poderia vir da boca de um Deputado do PT. Em nenhum outro partido, nem mesmo no PMDB, alguém ousaria fazer uma defesa tao asquerosa quanto essa. E nem estou afirmando - porque não tenho como fazer isso - que Lula tenha feito algo de errado no caso, mas sim que as explicações dadas até agora ofendem a inteligencia alheia. E mesmo que seja verdade o que se fala de FHC quanto ao apartamento na capital francesa e de Aécio Neves no caso do Aeroporto nas terras do tio dele, isso de NADA serve para abonar o caso do Triplex no Guarujá.

Enfim, essa resposta é a cara do petistas. E nem é nova, o próprio ex-Presidente Lula, em 2005, usou algo parecido:


Nem precisam acreditar em mim, mas acreditem no Lula. Ele disse que o que o PT fez era a mesma coisa que todos sempre fizeram ( em suma ele admite o mal feito ) e ainda diz que será implacável com a corrupção. O Petrolão, que agora é investigado pela Lava Jato, já estava em curso na época em que ele disse isso ( curiosamente em Paris ), apenas foi amplificado. Paulo Pimenta apenas está seguindo o mestre ao citar os outros para justificar o caso do Triplex... É como o bandido que grita pega ladrão para que os outros corram atrás de alguém enquanto ele mesmo foge com o fruto do roubo.

Essa é a lógica(??) do PT. Aliás, o meu livro que deve ficar pronto no final do ano tratará, dentre outras coisas, das falas de Lula sobre o Mensalão, ou seja, usarei falas de Lula contra ele próprio. Quem viver, lerá.