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sexta-feira, julho 9

09 de Julho: um dia duplamente histórico para os Paulistas, hoje com a Butanvac entrando em fase de testes

 

Hoje, 09, a Butanvac iniciou seus testes da Fase 1 e 2. A data não me parece escolhida aleatoriamente: hoje é feriado no Estado de São Paulo, por causa da eclosão da Revolução Constitucionalista de 1932, 89 anos atrás. Assim sendo um dia duplamente especial para o povo paulista, pois a primeira vacina totalmente brasileira está andando.

Em até 17 semanas, ou praticamente 4 meses, a Vacina pode avançar para a Fase 3, a última antes da possível liberação por parte da ANVISA para que a mesma possa integrar o PNI. Lembrando que a Butanvac não necessitará de insumos importados e será 100% fabricada pelo Instituto Butantã. 

É a ciência brasileiro dando a resposta a maior pandemia em mais de 100 anos. E isso é uma excelente notícia. Que honra a memória dos 4 jovens  ( Martins, Miragaia, Camargo e Drausio )v que morreram 89 anos atrás, em uma manifestação contra o Governo Vargas por tropas leais ao então Presidente. Aos que por ventura não sabiam, sou - com extremo orgulho - paulista de São Bernardo do Campo, e sinto-me muito feliz todos os anos no dia 09 de Julho. Hoje mais ainda de ser paulista.



quinta-feira, julho 8

Porque o Presidente não desmente o Deputado Luiz Miranda sobre o líder Ricardo Barros?


Amanhã, 09, completam-se 15 dias que o Deputado Luiz Miranda ( DEM-DF ) disse que o Presidente Jair Bolsonaro citou o nome do também deputado Ricardo Barros ( PP-PR ) numa reunião no Palácio da Alvorada. Foi nesta reunião, não negada pelo Palácio do Planalto, que Luiz Miranda ao lado do irmão Luiz Ricardo, este funcionário de carreira do Ministério da Saúde, informaram o Presidente que pressões suspeitas eram feitas para que se pagasse antecipadamente 45 milhões de dólares para a Barath Biotech, em aquisição de 20 milhões de doses da Covaxin.

Segundo os irmãos Miranda, no momento em que soube, Bolsonaro citou o nome de Ricardo Miranda e ainda deu a entender que soubesse dos rolos dele. A informação exige de qualquer membro de governo, imagine então sendo o Presidente, de uma investigação séria pela Polícia Federal. Mas o Presidente, curiosamente, não fez isso. Aliás, inexiste provas de que ele tenha feito algo. E neste caso, teria prevaricado. O que é crime, pelo o qual foi aberta investigação.

Acontece que 15 dias depois, Bolsonaro nem sequer negou que tenha citado o nome do líder do seu Governo. E, pasmém, nem sequer o retirou do cargo. Mas porque raios então o Presidente não negou a conversa ou ao menos que tenha citado o nome de Ricardo Barros?

Existe um medo de que os irmãos tenham gravado a conversa. Neste caso se ele negar e tal gravação realmente existir, é crime de responsabilidade e isso dá Impeachment, o que Prevaricação não resulta. Mas porque então, ele não confirma ( derrubando o medo da gravação ) e retira Ricardo Barros da Liderança do Governo? Bom, se fizer isso ele irrita o Centrão e com isso o risco de Impeachment aumenta consideravelmente. Alguém ai se lembrou de Dilma e Eduardo Cunha? Pois é...

Então é por isso que ele nem nega e nem confirma. Prefere se calar, mesmo que isso não o ajude em nada, mas prejudica menos do que escolher um lado. E o momento não é bom porque as pesquisas mostram que ele tem 51% de reprovação, número impeditivo para re-eleição. Se perder o apoio do Centrão, o coro pelo Impeachment ganharia muitos adeptos. E isso seria trágico para quem parecia facilmente seguro para um segundo mandato antes da Pandemia.

E pensar que tudo isso seria evitado tendo sido defensor da Vacinas...

segunda-feira, julho 5

Charge: Não tem outra marca?

 

É assim que funciona quem fica querendo escolher qual vacina tomar. Sem falar que seguirá pondo em risco as outras pessoas e ainda por cima sendo um idiota. São os chamado "sommelier" de Vacina. A nova idiotice, que certamente foi gerada pelas criada pela críticas - infundadas - do Presidente Jair Bolsonado à Coronavac.

Enfim, é o Brasil atual.

Mesmo que atrasada e ignorada pelo Governo Federal, a Vacinação começa a produzir seus efeitos

 

A Vacinação contra a Covid-19 avança, mesmo que atrasada em quase seis meses. Mesmo que tenha sido boicotada pelo Presidente Bolsonaro e seu Governo. Mesmo que o Presidente ainda siga criticando a Vacinação e ele mesmo diga que não se vacinará, porque está mais "seguro" porque contraiu a doença. Pois é...

O avanço acontece apesar dos negacionistas, das críticas aos imunizantes e até de quem quer escolher qual vacina tomar ( os chamados Sommeliers de vacinas ). Mas o avanço, ainda tímido, já produz os efeitos - óbvios - esperados: queda no número de casos, de internações e de mortes. Mas poderia ser bem melhor.

Até agora apenas 12% da população tomaram as duas doses, um número baixíssimo. Por isso é que o Brasil passa muito longe de ser o terceiro que mais vacinou no mundo, como apregoam os defensores do Presidente Bolsonaro. A nação não entra nem mesmo entre os 50 que mais vacinaram, isso porque a conta não é feita em números absolutos, mas sim em percentual.

Com o avanço da Vacinação, naturalmente teremos uma queda ainda maior dos indicadores e isso trará uma melhora das condições em todo o território nacional e isso impactará a Economia. Se o Apagão não atrapalhar, é claro.

domingo, junho 27

Depois da Sessão de Sexta, o assunto da semana será o Covaxingate

Deputado Luiz Miranda fez pesada acusação...

 

Quando o Deputado Luiz Miranda ( DEM-DF ) informou em uma conversa privada que iria "implodir" a Republica, ele certamente sabia o que falava. Na Sessão de sexta, ele trouxe a tona, ao lado de seu irmão Luiz Ricardo que é servidor de carreira no Ministério da Saúde, denuncia que pode - pelo menos - causar muita dor de cabeça ao Governo Bolsonaro.

Primeiro tomamos conhecimento do que significam "invoices", que são como Notas Ficais internacionais, documentos cruciais em importações. Depois que existiram 3 versões do mesmo documento acerca da compra de Vacinas Covaxin, da empresa Indiana Barath Biotech, com erros curiosos, para ser polido. Erros desde valor, quantidade, prazo até chegar no que é mais suspeito: antecipação não prevista em contrato, e para ser creditado para um terceira empresa, a Madison Biotech, sediada em um paraíso fiscal. Coisas, pelo menos, suspeitas.

O irmão do Deputado, Luiz Ricardo, disse que recebeu diversas ligações de seu chefes imediatos cobrando a liberação do documento que garantiria a importação do imunizante. E ele argumenta que não daria, porque eram vários os impedimentos, um deles o prazo de validade do lote ( que venceria em Abril ) e a não autorização da ANVISA. Aqui cabe lembrar que o Presidente Bolsonaro dissera diversas vezes que somente compraria Vacinas com aprovação da Agência. Não era o caso da Covaxin.

Diante das pressões, o servidor manteve conversas com o com Deputado. E num sábado, dia 20 de março, eles foram até o Presidente. E que convenhamos: o Deputado tinha cartaz, porque não é todo mundo que vai até o Alvorada para reunir-se com o presidente, sobretudo num sábado. E foi que, segundo Luiz Mirada, o Presidente lhe disse o nome de um Deputado que estaria envolto no rolo, logo depois de Luiz explanar sobre os indícios nada republicanos. Durante a Sessão o Deputado tentou de todas as formas evitar o nome, mas quando a Senadora Simone Tebet lhe interpelou ele entregou o nome: Ricardo Barros, atual líder do Governo na Câmara dos Deputados. Abaixo o vídeo do momento:


Então, os Senadores passaram a unir os pontos soltos. O primeiro deles o fato de que foi Ricardo Barros quem apresentou Emenda a um projeto votado depois de insistência do Senador Randolfe Rodrigues, visando acelerar aquisição do imunizante da Pfizer. A Emenda previa que a Agência Reguladora da Índia entrasse na lista das Agências internacionais que passariam a contar para liberação de importação de Vacinas. A segunda é que Ricardo Barros tem envolvimento com a Precisa Medicamentos, justamente a empresa que intermediava o negócio com os indianos.

Segundo Luiz Miranda, o Presidente informou que enviaria os detalhes recebidos para a Polícia Federal para que tudo fosse 100% esclarecido. Acontece que, ao que consta, isso não foi feito. Segundo versão - a segunda apresentada - o Presidente acionou o Ministro Eduardo Pazuello ( que sairia no dia 23/03 ). Logo como Pazuello conseguiu isso no domingo e na segunda, se na terça o Ministro já era Marcelo Queiroga? Além disso, sabendo que Ricardo Barros estaria envolvido, como o Presidente o manteve - até agora - como seu líder? E porque raios, Onyx Lorenzoni disse que somente agora é que seria feita uma investigação, e mesmo assim com o foco no servidor que denunciara o suposto esquema?

Por fim é preciso pontuar que o Servidor Luiz Ricardo evitou a importação direta e o pagamento da antecipação de 45 milhões de dólares, por meio da Madison Biotech, Embora uma outra servidora, a gestora do contrato tenha dado andamento, até agora nenhuma vacina chegou ao Brasil. E o próprio Luiz Ricardo seguiu no cargo que ocupa, tanto que na sexta chegara dos EUA onde fora buscar as doses do imunizante da Jansen, doados pelo Governo Biden.

Agora nesta semana o Governo precisará - kkkkkk - explicar muita coisa. Mas dado como age o presidente, não devemos esperar nada além de agressões aos membros da Imprensa que perguntarem, sobretudo se forem mulheres. Abaixo, arremato com um momento cômico da Sessão de Sexta, quando o Senador Marcos Rogério ficou sem fala quando sugeriu saber a motivação de Luiz Miranda:

sexta-feira, junho 25

Caso Covaxin: Luiz Ricardo depoe hoje a tarde na CPI ao lado irmão Luiz Miranda

 

"CPI sabe-se como começa, mas jamais como termina". Essa é um máxima antiga em Brasília e que vale para o caso da atual, que começou para investigar os erros cometidos no combate a pandemia e agora existe a perspectiva de que tenha-se chegado em um caso de corrupção. 

O caso da Covaxin é cheio de pontos nebulosos, desde a insistência do Governo nela em detrimento do que fora feito com relação a Pfizer, sem aprovação da Anvisa, ainda sem a terceira fase concluída e com uma atravessadora.

Nesta semana chegamos ao fato de um Servidor em Março foi até o Presidente Jair Bolsonaro para informar que existiam indícios de corrupção, por ele sofrer diversas pressões para autorizar a compra da vacina, inclusive com pagamento adiantado. Tudo isso feito por parte da Precisa Medicamentos, uma atravessadora. 

E fica pior ainda, pois existe uma segunda empresa, a Madson Biontech que tem sede em Singapura e fica numa casa onde diversas outras empresas funcionam, todas elas de fachadas. Pois é, parece algo realmente fora do propósito. 

E o Presidente disse hoje de manhã que não recebeu informação alguma, mas que Onyx Lorenzoni disse na quarta que o Presidente falou que pediu a Eduardo Pazuello ( na época já demissionário ) averiguar. E que os irmãos disseram que o Presidente ficou de mandar para a Polícia Federal. E este encontro, não negado pelo Palácio do Planalto, foi no dia 20 de Março. E só agora o Governo decidiu investigar... mas os denunciantes, não os supostos crimes praticados.

A sessão começa às 14:00 desta sexta. E será extremamente concorrida.

quarta-feira, junho 23

Nitroglicerina pura: compra da Covaxin pode dar muitos problemas para o Governo Bolsonaro

Vacina Indiana não tem aprovação da ANVISA

 

O assunto Vacinas tem dado muita dor de cabeça ao Presidente Bolsonaro, isso sem falar nas mortes que não foram evitadas. Mais de 100 e-mails simplesmente ignorados da Pfizer, a não procura pelo imunizante da Jansen que foi testada no Brasil ( com excelente resultados, diga-se de passagem ) e as pesadas críticas para com a Coronavac formam um arco negacionista que resultou em mortes de brasileiros.

Além disso, o Presidente falou diversas vezes que somente compraria Vacinas que tivessem aprovação da ANVISA. Aqui eu quero informar que comprar neste tocante seria garantir a entrega, ou seja, estar no início da fila na hora em que os imunizantes estivessem prontos e testados. O que todos os Governos do Mundo fizeram, menos o Brasileiro. 

Mas ai chegamos na questão que trata o título deste post: as tratativas feitas pela Covaxin, da Indiana Bharat Biotech. Primeira coisa que chama atenção é que a ANVISA não liberou - até agora - a Vacina, mas mesmo assim o Governo negociou para tê-la, acertando contrato no valor de 1,6 bilhões de reais. E não fica só nisso: apenas para esta Vacina tem a figura de um atravessador, a Precisa Medicamentos. Que ficaria com um lucro de 500 milhões, quase 1/3 do Contrato. Por fim, existe denúncia de que foi feita pressão em cima de um servidor de carreira do Ministério da Saúde para que a compra fosse logo finalizada.

O que não se sustenta é porque apenas esta Vacina teve pressa por parte do Governo, sendo que ela não foi testado em brasileiros, não teve sequer a sua fábrica avalizada pela ANVISA, tem indícios nada republicanos de pressão e até de intermediação suspeita. E que até o Presidente ligou para o Primeiro Ministro Indiano para conseguir dar andamento na contratação. E afirmando que isso visava quebrar um suposto monopólio da Pfizer. E reitero: a ANVISA não tinha feito qualquer aprovação.

Como se isso não bastasse, tem a questão financeira. O custo da Covaxin é bem mais cara que a da Pfizer e com prazo de entrega mais demorado. O Ministro Eduardo Pazuello disse que achou cara o imunizante da Pfizer, mas aceitou e negociou por outra que era mais cara. Sem esquecer de lembrar que o mesmo Pazuello disse que o prazo de entrega era longo demais, quanto a Pfizer, mas o da Covaxin não tinha problema algum.

E por fim, o Deputado Luiz Miranda ( DEM ), que é irmão do Servidor pressionado. informou ao Presidente Bolsonaro sobre a pressão de outros pela pressa na aquisição da Covaxin. O Deputado já se reuniu com 5 Senadores e será ouvido possivelmente na sexta que vem. O que ele dirá tem o poder e Nitroglicerina Pura, como citei no termo.

Parece que o era um caso de Omissão - o que já seria gravíssimo - começa a ganhar contornos de métodos nada republicanos. E isso é algo que se restar provado, deixará o Presidente em péssimos lençóis.

segunda-feira, junho 21

500.000

Capa impactante da Folha

 

No último sábado o Brasil atingiu uma marca macabra: o de 500.000 mortos para a Covid-19. Era de esperar que algo assim gerasse - ao menos - um vídeo do Presidente da República se solidarizando com o seu povo, que ele decidiu Governar. Mas o que se viu um vazio, do tamanho da dor das famílias, algumas com  duas, três ou até mesmo mais percas. Falta senso de humanidade no Presidente Bolsonaro e nos seus Ministros. 

Apenas o atual ocupante do cargo na Saúde foi quem falou. Quase constrangido, como que com medo de ser repreendido. Enquanto isso chegam as informações de que o Governo Presidente resolveu investir na Vacina Indiana da Covaxin, mas contrariando tudo o que fora dito para comprar as outras. Coisas como aprovação da ANVISA não passava nem perto de acontecer. O prazo para entrega bem mais demorado do que a da Pfizer. E o preço bem maior do que o do imunizante da Pfizer. E que tal ser a única que teve um intermediário, o Laboratório Nacional Precisa?

Pois é. Não foi ao acaso que chegamos neste número trágico. E muito menos assusta - e isso é desesperador - que o Presidente não tenha se compadecido com a dor dos seus governados. Se tal vontade tivesse sido aplicada com outros imunizantes, esta marca não passaria nem perto de ser atingida. Mas caminhamos para superar os EUA, pois neste ritmo em muito pouco tempo chegaremos as 600mil.

E o Presidente segue atacando a vacinas, o distanciamento social e o uso das máscara. Sem falar que ele é hoje o único líder mundial que não tomou e nem tomará vacina, dando um péssimo exemplo.

quinta-feira, junho 10

ANVISA Libera testes da Butanvac em Humanos

 

Enquanto as informações vindas da CPI reforçam que o Governo simplesmente não quis comprar vacinas durante o segundo semestre do ano passado, ontem tivemos uma notícia animadora: a ANVISA liberou os testes em humanos da BUTANVAC. 

Assim a Butanvac pode ganhar uso ainda este ano, porque segundo Dimas Covas - Diretor do Butantã, em até 20 semanas ( 5 meses ) a Vacina pode ser liberada para uso. Diante de todas dificuldades para obtenção do IFA junto a China, que vive sendo vítima de ataque do Presidente e membros do (des)Governo, produzir 100% de uma vacina aqui será espetacular.

Enquanto isso, o Governo Federal vem buscando novos contratos, mas pagando mais caro do que se tivesse feito isso ano passado. E o Ministro Marcelo Queiroga insiste que até o final do todos os brasileiros estarão vacinados. A conferir... 

quarta-feira, junho 9

TCU pede a PF que investigue servidor que fraudou sistema

O Auditor Fiscal que fraudou o sistema do TCU - Tribunal de Contas da União, está afastado, com senhas e acessos bloqueados e principalmente, será investigado pela Polícia Federal. Para descobrir se o mesmo fez a fraude no sistema a mando de alguém e com quem ele conversou antes.

Para quem não estiver entendendo nada, na segunda o Presidente Jair Bolsonaro disse a seus seguidores na saída do Palácio da Alvorada que o TCU teria identificado que as mortes pela Covid-19 seria superestimado e tendo aumento criminoso da contagem das mortes. Como pode ser visto no vídeo a seguir onde ele inicialmente assume ter errado, mas... na sequência lança pesada acusação contra Governadores e Prefeitos. Tudo faz parte de uma narrativa de que a culpa é dos Governadores e Prefeitos, não do Presidente.


Alexandre Figueiredo Costa Silva Marques, Auditor de Carreira, foi suspenso e será investigado. Ele, segundo uma hipótese, fez isso no domingo para que na segunda o Presidente fizesse a fala, para preparar terreno na narrativa, numa semana que até aqui tem sido tensa na CPI. Mas a reação do TCU foi rápida e dura, negando que exista qualquer indício sobre isso.

Este é um Governo que tenta tanto mostrar que é bom, que se realmente gastasse o mesmo empenho em fazer coisas boas, seria de fato muito bom. Mas prefere gastar energias em Fake News. As urnas estão ai e o resultado não deve ser o esperado...